Escrito dia 03.02.2026
Lê-me devagar,
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sente-me em cada pausa!
Ponto, vírgula, palavra.
Queria fazer-te um convite lunar.
Vem comigo, ver a lua cheia,
para te mostrar os olhos e a boca dela.
Já sabes da minha sensibilidade.
Só queria mostrar-te como ela fica tão linda
quando sorri.
Vem comigo, ver a lua cheia
e as estrelas mais bonitas sorrirem,
sentir os encantos à flor da pele.
Vem comigo, ver a lua,
eu só queria ir contigo.
Falar-te lindas palavras com o olhar!
Ela sabe de todos os silêncios
do meu coração.
Talvez até do teu.
Anda comigo, meu amor,
mesmo que seja só em pensamento.
Eu vou sentir,
e ela vai contar-me baixinho
como tu a olhas,
espelhando o que de belo existe em ti.
Vem comigo, ver a lua cheia.
Eu juro-te, meu amor,
que não queria fazer
riscos virarem figuras geométricas,
mas a criatividade e o amor
lêem-se no meu mapa astral.
E nem sei se entendes o que quero dizer!
Mas talvez possas imaginar (…)
Nem queria criar este fervor
que faz o coração arder.
Eu não queria!
Eu nem queria sentir tanto,
mas sinto.
Eu não queria sentir nada disto…
E, ainda assim, fico.
Em silêncio.
Como quem olha a lua
sem dizer o nome dela.
Porque há amores
que não pedem lugar no peito,
apenas acontecem.
Quietos...
em silêncio!
E mesmo que eu nunca vá contigo,
mesmo que seja só em pensamento,
foi por ti, talvez,
que o meu coração aprendeu
a bater mais baixo.
By.Quandoolhasalua/acor
Ponto, vírgula, palavra.
Queria fazer-te um convite lunar.
Vem comigo, ver a lua cheia,
para te mostrar os olhos e a boca dela.
Já sabes da minha sensibilidade.
Só queria mostrar-te como ela fica tão linda
quando sorri.
Vem comigo, ver a lua cheia
e as estrelas mais bonitas sorrirem,
sentir os encantos à flor da pele.
Vem comigo, ver a lua,
eu só queria ir contigo.
Falar-te lindas palavras com o olhar!
Ela sabe de todos os silêncios
do meu coração.
Talvez até do teu.
Anda comigo, meu amor,
mesmo que seja só em pensamento.
Eu vou sentir,
e ela vai contar-me baixinho
como tu a olhas,
espelhando o que de belo existe em ti.
Vem comigo, ver a lua cheia.
Eu juro-te, meu amor,
que não queria fazer
riscos virarem figuras geométricas,
mas a criatividade e o amor
lêem-se no meu mapa astral.
E nem sei se entendes o que quero dizer!
Mas talvez possas imaginar (…)
Nem queria criar este fervor
que faz o coração arder.
Eu não queria!
Eu nem queria sentir tanto,
mas sinto.
Eu não queria sentir nada disto…
E, ainda assim, fico.
Em silêncio.
Como quem olha a lua
sem dizer o nome dela.
Porque há amores
que não pedem lugar no peito,
apenas acontecem.
Quietos...
em silêncio!
E mesmo que eu nunca vá contigo,
mesmo que seja só em pensamento,
foi por ti, talvez,
que o meu coração aprendeu
a bater mais baixo.
By.Quandoolhasalua/acor
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